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Três projetos incríveis feitos em Londrina disputam prêmio nacional

Trabalhos locais estão entre os 47 que disputarão o 8º Prêmio Ozires Silva. Vencedores serão divulgados no mês que vem


Telma Elorza
telmae@jornaldelondrina.com.br
 
 
 
 
 
Integrantes do ELA: criado há dez meses, projeto disputa com grandes empresas (Crédito: Roberto Custódio/JL)
Integrantes do ELA: criado há dez meses, projeto disputa com grandes empresas (Crédito: Roberto Custódio/JL)
 
 
Três projetos de empresas londrinenses são finalistas do 8º Prêmio Ozires Silva, um prêmio nacional promovido pelo Instituto Superior de Administração e Economia (Isae) e GRPCom. Pela categoria Social, concorrem os projetos ELA – Empreendedores Londrinenses em Ação, do Junt.us Espaço Colaborativo, e o Instituto Parar, da empresa Golsat. O terceiro projeto é a Feira Nacional do Empreendedorismo, do Cebrac, que está inscrito na categoria Educação.
 
No total, 47 projetos disputam o prêmio em quatro categorias. Os representantes de cada um deles defendem hoje seus projetos perante uma banca avaliadora, mas os vencedores só serão conhecidos no mês que vem.

Entre os grandes
 
A proprietária da Junt.us, coordenadora do ELA e embaixadora da rede Mulher Empreendedora, Alexandra dos Santos, diz sentir-se honrada de estar entre os finalistas porque o projeto existe há apenas dez meses e disputa com empresas de grande porte. O ELA, segundo a coordenadora, surgiu da necessidade da troca de experiências entre as empreendedoras londrinenses. “O projeto nasceu em março do ano passado, quando convidamos 80 mulheres para discutir o empreendedorismo na cidade. Hoje, temos 130 participantes ativas, que se reúnem presencialmente uma vez por mês e movimentam um grupo bem dinâmico no Facebook”, conta Alexandra.
 
Ela ressalta, no entanto, que o grupo criado como proposta de trabalho não é apenas um meio de buscar o aperfeiçoamento profissional. “É um grupo de sustentação, no qual cerca de 100 mulheres que têm seus próprios negócios – de cabeleireiras a industriais – podem, sim, trocar experiências profissionais, mas também pessoais e de relacionamento”, explica a coordenadora.
Segundo a jornalista e empresária Mariana Matias, co-fundadora do ELA, hoje o grupo é um incentivo para o empoderamento da mulher. “A palavra-chave é colaboração. Em colaboração, vamos conquistando nosso espaço e mostrando nosso trabalho.”
 
Já a GolSat é veterana na premiação. Há dois anos, a empresa venceu na categoria Economia com o projeto “A política de gestão de frotas como estratégia para controle de custos e redução do comportamento irregular no trânsito cometido no âmbito das corporações”. Neste ano, o projeto foi incluído na categoria Social porque traz o case do Instituto Parar.
 
Gestão de frotas
 
Criado há cerca de dois anos, o Instituto está voltado à profissionalização de gestores de frotas e na implantação da cultura de segurança de trânsito nas corporações. “Hoje, nas empresas, não existe o profissional gestor de frota. Geralmente, é uma pessoa deslocada de algum outro setor que assume o setor e tem que aprender na prática. Levando em conta a situação do trânsito no País e os custos que esse setor acarreta – o segundo maior de uma empresa, depois da folha do pagamento -, a GolSat, que é uma empresa de tecnologia de rastreamento, criou o instituo para qualificar e profissionalizar essa mão de obra”, explica a gerente de Marketing da empresa, Loraine Santos.
 
Segundo ela, o Instituto tornou-se uma referência no mercado quando o assunto é geração de conteúdo para gestores de frotas e seu grande desafio, hoje, é melhorar os indicadores de trânsito. “Neste ano, a meta é movimentar 3,5 mil executivos dispostos a absorver mais conhecimento, se profissionalizar e mudar a cultura de segurança da empresa em que atua”, explica a gerente.
 
Feira estimula empreendedorismo
 
Concorrendo ao 8º Prêmio Ozires Silva na categoria Educação, o Centro Brasileiro de Cursos (Cebrac) apresenta sua Feira Nacional de Empreendedorismo como case. A feira, que acontece há três anos, é uma disputa interna entre os cerca de 15 mil alunos das 70 unidades do Cebrac espalhadas pelo País. O objetivo da feira é desenvolver o espírito empreendedor dos alunos de forma que eles possam colocar em prática os ensinamentos apreendidos nos cursos profissionalizantes. A final acontece com as 35 melhores empresas fictícias de cinco segmentos.

 

Fonte: Reproduçãoi do jornal de Londrina

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