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Rede Mulher Empreendedora no site WBB

A fundadora da Rede Mulher Empreendedora, Ana Fontes, contribui para  a matéria  Empreendedorismo feminino na periferia: lutas e impacto social divulgada  pelo portal WBB. Confira o texto na íntegra: 

Empreendedorismo feminino na periferia: lutas e impacto social

 Por Flaviane Fernandes

 

 Com um olhar mais humano e um toque de mãe, o empreendedorismo feminino no Brasil, apesar de recente, já alcançou quase a metade do setor. Segundo o Sebrae, os negócios criados e tocados por mulheres já correspondem a 45% do total. Seja para sustentar a família ou crescer profissionalmente, elas estão entrando em todos os setores: de alimentação a estética.

A empreendedora possui características diferentes dependendo do local onde vive. Na periferia, por exemplo, os novos negócios tem como objetivo sustentar a família. Em contra partida, em regiões de maior poder aquisitivo, 70% das mulheres desejam aumentar a renda ou crescer profissionalmente. Por isso, preferem negócios na área de conforto, ou os que agregam valor.

Já nas áreas mais pobres, a realidade é outra. “Na periferia elas vendem bolos, cosméticos, abrem um salão de cabeleireiro. Além disso, a escolha do local do negócio é estratégico, uma vez que precisa ser próximo de onde moram. Isso quando não é feito dentro da própria residência”, explica Ana Lúcia Fontes, criadora da Rede Mulher Empreendedora.

A empreendedora da periferia, na maioria das vezes, não conta com o apoio do marido, é ela quem faz tudo. Cuida dos filhos, da casa e do negócio. “Tudo é urgente e ela não encontra tempo para cuidar da gestão da empresa”, explica Ana. O peso de tantas responsabilidades a impede de buscar conhecimento. Sem tempo para ir à palestras ou eventos a criação de rede ou networking também fica prejudicada. Segundo Ana, a informalização do negócio é a outra grande dificuldade pois as impede de conseguir crédito no banco, prejudicando ainda mais expansão da empresa.

Ana Magalha, que há 16 anos vende churrasquinho no bairro Novo Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo, conhece bem a dificuldade de ter um negócio não formalizado. “Embora a minha barraca esteja no recuo de um terreno particular, e não na via pública, tenho medo da intimidação da polícia”, afirma. Por não encontrar um local apropriado na região para abrigar o seu negócio, que é típico de rua, ela segue clandestinamente.

Rosana Bandeira driblou esses obstáculos. Há 4 anos, abriu uma clínica de depilação no Limão, bairro periférico da Zona Norte de São Paulo. “O meu trabalho serviu de incentivo para que outros também surgissem”. Segundo Rosana, seu negócio atende 1500 a 1800 clientes por mês.

FONTE: http://www.wbbindex.org/?noticias=empreendedorismo-feminino-na-periferia-lutas-e-impacto-social
 

Fonte: http://www.wbbindex.org/?noticias=empreendedorismo-feminino-na-periferia-lutas-e-impacto-social

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Equipe RME

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