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V I R A D A


COLUNISTAS









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Qual o seu jeito?

 

Toda empresa tem, ou deveria ter, uma cultura corporativa sólida baseada em seus valores e em sua forma de fazer negócios. Gosto de dizer que esta cultura é o “jeito” da empresa, que deveria ser facilmente identificável na convivência com seus colaboradores. Todos nós também temos o nosso “jeito”, ou seja, valores que cultivamos provindos de nossa educação e de nossa experiência pessoal e profissional, que levamos no nosso dia ax dia e que afetam as nossas decisões. O que acontece quando estes “jeitos” não batem? Levem em consideração que uma cultura corporativa pode se adaptar com os anos, mas esta mudança é como manobrar um transatlântico, é difícil, pesada e leva tempo para ocorrer, ou seja, por mais que tentemos, será muito complexo tentar convencer a empresa de que o nosso “jeito” é melhor do que o dela. Por outro lado, a empresa tem a expectativa de que seus colaboradores estejam alinhados com a sua cultura, ou que ao menos possam se adaptar a mesma.

O grande problema é quando esta diferença é muito grande e a energia que a pessoa gasta para se adaptar acaba minando sua performance no trabalho. Noto em minha relação diária com executivos, o sofrimento de alguns deles ao tentar se adaptar à um “jeito” muito diferente do seu, tornando sua vida um tormento, pois algumas vezes valores importantes de vida do profissional são deixados para trás, o que causa grande desconforto e conflito.

Se você começar a notar uma angústia corporativa muito intensa, sugiro fortemente que tire um tempo para uma autoanálise individual ou via um programa de Coaching, visando entender se o grande problema não é o desalinhamento cultural. Muitas vezes profissionais passam anos se sabotando dentro de empresas cujos “jeitos” são contrários aos que eles acreditam como certo. Não tem como performar em um ambiente de negócios agressivo e competitivo como o atual sem dar 110% de energia, assim poupe a sua para o que importa e tome a sábia decisão de buscar um lugar com a sua cara. Estou seguro que se sentirá muito mais feliz.


André Freire é CEO do escritório brasileiro e sócio da Odgers Berndtson, empresa inglesa de consultoria estratégica em gestão de capital humano. Também é Conselheiro de Administração, Coach de empreendedores, executivos e jovens herdeiros, sócio do YPO – Young Presidents Organization e professor da FGV na cadeira de Gestão Estratégica de Pessoas.


 

Fonte: Divulgação

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