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V I R A D A


COLUNISTAS









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O aumento do empreendedorismo feminino deve-se a um único chamado: o do coração!

 Na última semana, conversando no Skype com meu tio, ele me disse que teve uma aula de filosofia na faculdade sobre a mulher moderna e que lembrou muito de mim! Fiquei curiosa e quis saber o por quê de tanta honra (afinal ele é um tio que admiro e amo muito!) e ele me respondeu com uma pergunta:

Você sabe onde nasceu essa história das mulheres quererem trabalhar como os homens? Achei a pergunta pertinente, porque nunca me perguntei isso, e o deixei explicar: Veja que na Revolução Industrial na França no século 19, eles precisavam de mão de obra, e já não tinham homens para trabalhar, então começaram a "convencer" as mulheres de que elas poderiam trabalhar como os homens e, é claro, que a pobreza da época também ajudou a convence-las disso! E assim se formou a classe trabalhadora feminina. E antes mesmo de eu responder, veio outra: E você sabe porque nasceu o dia da Mulher? Eu ainda estava curiosa para saber porque ele lembrou de mim nessa aula e continuei prestando atenção, " Essas mulheres trabalhavam no porão das fábricas porque precisavam levar seus filhos com elas, porque não tinham onde deixá-los, e como ficavam mais de 14 horas trabalhando, as crianças ficavam lá, meio escondidas no porão perto das mães. Até que um dia, a fábrica pegou fogo e todos fugiram, menos as mulheres e seus filhos porque estavam trancados no porão! Esse dia é lembrado até hoje como o dia da mulher!" Poxa, isso eu realmente não sabia! Que triste! Aí fiquei sem saber porque ele lembrou de mim, e ele disse: " Você está vendo como você estava certa quando fez o que fez pelos seus filhos? Decidir sair do trabalho numa empresa para cria-los de perto! Você foi contra as imposições de séculos contra as mulheres. E sabe por que você agiu assim? Porque essa imposição é contra ao que a mulher é! A sua essência, e quando se torna mãe, ela é ainda mais sentimento e por mais que a circunstância a torne uma empregada, ela não abre mão de sua prole. E aí que nasce o nome "proletariado"  (adj. e s.m. Em Roma, cidadão pobre que só era útil pelos filhos que procriava) !

Nossa, nesse momento eu tive vontade de entrar na tela e dar um abraço de urso nele! :), porque achei tão linda essa comparação e ao mesmo tempo tão real, tão significativa porque explica a situação que nós mães e mulheres estamos passando hoje. E acredito que é por isso que o empreendedorismo feminino vem ganhando tanta força, porque estamos aos poucos voltando a ouvir nossos corações femininos e tentando conciliar a maternidade com um negócio, ou vice versa - não importa - mas estamos voltando a ser mulheres sem imposições dos outros, ou da sociedade. Aos poucos estamos percebendo que ninguém é feliz sem fazer o que ama! Que o mais comum é a mãe ficar com o filho, cuidar e por que não trabalhar de casa? Temos tanta tecnologia a nosso favor! Por que não empreender? Por que não ser feliz! Vamos pensar nisso!

E quero muito agradecer meu amado tio (foto), Fernando Mamede, que me fez ter orgulho mais uma vez, da minha difícil decisão tomada há anos atrás!  Obrigado! 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cláudia Mamede é Diretora da empresa PitchCom - Assessoria de Comunicação e Imprensa - focada em PMEs

Fonte: Divulgação

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