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Equipe engajada vende mais

Saiba como a gestão adequada dos funcionários pode aumentar a lucratividade do seu negócio.


Por Cássia Aulísio

A falta de tempo para se dedicar à gestão das pessoas é um dos principais gargalos dos pequenos e médios negócios, uma vez que, pelo porte, as empresas não comportam um “departamento de RH” dedicado à pensar e executar práticas de ponta em gestão e desenvolvimento de pessoas.

Em geral, o tempo dos microempresários é tomado por uma série de atividades rotineiras e emergenciais que visam ao funcionamento e à sobrevivência do negócio. A gestão da equipe, por menor que esta seja, acaba sendo deixada fora do plano estratégico. E pior: passa a ser gerida com base em fatores emocionais e não racionais. Quem nunca se pegou pensando: “Ah, não vou demitir a funcionária X. Apesar de estar ‘devagar’, ela é boazinha e de confiança!”.

Fato é que os gastos com funcionários representam quase a metade dos custos operacionais de um negócio e a clareza de que as ‘pessoas’ são o principal ativo da empresa – seja qual for o ramo de atividade – é o primeiro passo para se estabelecer uma gestão profissional e adequada.

Gerenciar pessoas vai além do controle de ponto e da administração da escala de trabalho. Para que cada funcionário contribua para a lucratividade do negócio, ele precisa conhecer os objetivos da empresa, os processos de trabalho como um todo (e não apenas as suas próprias atribuições) e quais são os resultados a serem alcançados, mês a mês!

Algumas dicas preciosas podem ajudar a quem precisa obter mais resultados por meio das pessoas:

Comunique sua estratégia para a equipe: compartilhe as metas que você definiu para o negócio. O sucesso se dá quando toda a equipe está engajada nas causas e objetivos da empresa. Você não precisa “abrir” todos os dados administrativos e financeiros (o que eu aconselho que sejam preservados mesmo!). Escolha dois ou três indicadores de acompanhamento e, mensalmente, mostre à equipe. Por exemplo: número de entregas feitas no prazo, notas de avaliação de clientes, número de pedidos/clientes novos, etc.

Defina papéis e responsabilidades: um simples descritivo de funções pode ajudá-la a conduzir processos de recrutamento e seleção e a manter um plano de capacitação e desenvolvimento da sua equipe, mesmo sem ter uma área de RH. É importante que as pessoas conheçam todas as suas atribuições antes mesmo de iniciar a atividade, assim você evita o aborrecimento de ver colaborador torcendo o nariz ou dizer “ih, isso não é a minha função!”.

Estabeleça metas: para não cair na armadilha das análises subjetivas de quem “é bom ou ruim”, o empresário deve estabelecer e comunicar – de preferência usando números reais – o que a empresa espera de cada funcionário em termos de resultado. Não é pecado definir metas e estimular a equipe para alcança-las todo mês. O que não pode é dar objetivos impossíveis e/ou não oferecer condições ou instrumentos de trabalho para tal desafio.

Avalie e reconheça: medir o desempenho de cada funcionário lhe dará argumentos para cobrá-lo ou recompensá-lo. Se as metas são claras e os objetivos atingidos, a análise de um bom trabalho deixa de ser subjetiva e leva a empresa a um novo patamar de resultados.

 

Cássia Aulísio: 32 anos, é sócia-diretora da e-Ability Consultoria e Treinamento, empresa que há 13 anos assessora pequenos e médios negócios com simplificação de processos, comunicação eficiente e engajamento de pessoas.

Contato: cassia@eability.com.br / (11) 5681-5295

Fonte: Divulgação

Sobre o autor:
Equipe RME

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