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Estudo sobre empreendedorismo feminino: Brasil ocupa 20ª colocação entre 30 países

Em relação ao índice GEDI (Global Entrepreneurship and Development Index) divulgado no ano passado, o país subiu duas posições no ranking global

Junho de 2013 — Durante o DWEN – evento global para mulheres empreendedoras, realizado nesta semana em Austin (Estados Unidos) –, a Dell anunciou os resultados do segundo estudo global Gender-GEDI (Global Entrepreneurship and Development Index ou, em português, Índice de Desenvolvimento e Empreendedorismo Global), indicador sobre empreendedorismo feminino ao redor do mundo. Entre os 30 países analisados pelo levantamento deste ano, o Brasil ocupa a 20ª posição do ranking, liderado pelos Estados Unidos, Austrália, Suécia, França e Alemanha, respectivamente.

Encomendado pela Dell, o Gender-GEDI é a única ferramenta de diagnóstico do mundo que mede, de forma abrangente, o alto potencial de empreendedorismo feminino por meio da análise de ecossistemas empresariais, ambientes de negócios e aspirações individuais. O índice avalia economias desenvolvidas e em desenvolvimento, abrangendo várias regiões e oferecendo uma abordagem sistemática, que permite a comparação entre países e identifica lacunas de dados.

O objetivo da pesquisa é o de fornecer ferramentas para orientar líderes e governos na identificação de pontos fortes e fracos dos países em relação ao empreendedorismo feminino, e desenvolver estratégias para criar condições mais favoráveis ​​em seus países para permitir que as empresas fundadas por mulheres prosperem.

“Na Dell, estamos empenhados em capacitar as pessoas em todos os lugares, com soluções de tecnologia para atender às suas ambições e atingir seu pleno potencial”, afirma Karen Quintos, Vice-Presidente Sênior e Diretora de Marketing da Dell. “O Índice Gender-GEDI fornece informações importantes destinadas a ajudar os países a promover o empreendedorismo feminino e, assim, fortalecer a economia global. Nós acreditamos que a conscientização sobre o cenário atual para as mulheres empreendedoras é o primeiro passo para a mudança”.

Para informar e ajustar os parâmetros de pesquisa do Gender-GEDI, foi convocado um painel de especialistas formado por importantes agentes de mudança do Departamento de Estado dos Estados Unidos e organizações mundiais, como a International Finance Corporation (IFC), o Banco Mundial, Development Alternatives Incorporated (DAI), Vital Voices, e WEConnect International. Muitos desses órgãos já começaram a usar a pesquisa como uma ferramenta para definir políticas e instituir reformas.

Resultados do Gender-GEDI 2014

Na primeira edição do Gender-GEDI, realizada em 2013, foram analisados 17 países. Se considerados apenas esses mercados, na comparação com o estudo deste ano, quatro deles melhoraram suas pontuações (Brasil, Japão, Índia e Reino Unido), quatro apresentaram queda (Malásia, Egito, México e Marrocos), e os outros mantiveram comparativamente suas classificações em ambos os anos.

O Brasil, que no ano anterior ocupava a 14ª colocação, este ano saltou para 12ª posição – se considerados apenas os 17 países avaliados em 2013 –, fato que se deve a um crescimento orientado, aumento na exportação e expansão do mercado de startups lideradas por mulheres.

Os países de mais alto desempenho no ranking Gender-GEDI de 2014 são todos membros da OCDE, com economias altamente desenvolvidas, e pelo segundo ano consecutivo, os EUA, com 83 pontos, e a Austrália, com 80 pontos, ficaram nas primeiras posições, seguidos pela Suécia (73), França e Alemanha (empatados com 67), Chile (55), Reino Unido (54) e Polônia (51). Os demais 23 países estudados, incluindo o Brasil, receberam uma pontuação de índice geral inferior a 50, entre 100 pontos, o que indica que muitas das condições fundamentais para o alto potencial de desenvolvimento do empreendedorismo feminino geral estão em falta na maioria dos países.

“Para aproveitar todo o potencial dos países de baixo desempenho, os resultados do Gender-GEDI demonstram que melhorias básicas são necessárias, em termos de acesso a direitos legais e educação, bem como à aceitação da capacitação social e econômica das mulheres”, ressalta Ruta Aidis, Diretora do Projeto do Gender-GEDI. “Para os países com pontuações moderadas melhorarem as suas classificações, eles devem se concentrar tanto nas intervenções e apoio atuais ao desenvolvimento empresarial das mulheres quanto nas melhorias básicas no ambiente de promoção de negócios”.

O Gender-GEDI de 2014 demonstra que os países com melhor desempenho não são necessariamente aqueles com os mais altos níveis do PIB; ao contrário, são aqueles que se comprometeram a melhorar as condições para o empreendedorismo feminino em várias frentes ao mesmo tempo.

Ranking de países analisados pelo Gender-GEDI 2014:

1.    Estados Unidos

2.    Austrália

3.    Suécia

4.    França

5.    Alemanha

6.    Chile

7.    Reino Unido

8.    Polônia

9.    Espanha

10.  México

11.  África do Sul

12.  Coréia do Sul

13.  China

14.  Peru

15.  Japão

16.  Panamá

17.  Tailândia

18.  Turquia

19.  Rússia

20.  Brasil

21.  Malásia

22.  Jamaica

23.  Nigéria

24.  Marrocos

25.  Gana

26.  Índia

27.  Uganda

28.  Egito

29.  Bangladesh

30.  Paquistão

 

Fonte: Agência Ideal

Sobre o autor:
Equipe RME

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