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COLUNISTAS









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Como o Vital Voices Grow Fellowship mudou a minha vida

Por Marianne Costa

Conheci a Vital Voices e seu programa voltado às mulheres empreendedoras (VV Grow Fellowship) através da Rede Mulher Empreendedora, mais precisamente através da Ana Fontes, que foi uma das duas representantes do Brasil na edição 2013-2014. Ao verificar os requisitos e ver que me encaixava neles (mais sobre os requisitos abaixo), eu pensei: por que não? Claro que a questão da dedicação necessária me deixou um pouco apreensiva. Mas ao mesmo tempo pensei: o que pode ser mais importante: agarrar uma chance de participar de um programa destes, além de um networking internacional, ou continuar presa a apagar os “incêndios” do meu dia a dia como gestora do meu negócio? Decidi lançar a sorte e quando soube que havia sido selecionada e, mais ainda, que era a única representante do Brasil, senti um friozinho na barriga e uma grande responsabilidade de dar o melhor de mim.

O inglês foi minha grande preocupação. Confesso que eu e a língua estrangeira não temos um caso de amor. Apesar de ao longo da vida ter começado e interrompido vários cursos, em 2011 tomei consciência deste meu ponto fraco e fiz um curso de 3 meses no Canadá. Foram suficientes para “destravar”. Mas seria para acompanhar um programa como esse? Depois da entrevista de seleção e ouvindo que todos estavam entendendo o meu negócio (difícil!), percebi que sim! E então, quando finalmente a confirmação da seleção chegou, me senti muito feliz e ao mesmo tempo super desafiada!

O programa consiste em 4 meses de treinamento à distância, com webinars semanais (muitas vezes mais de 1) e um treinamento presencial intensivo de 5 dias. Este ano o treinamento foi em Buenos Aires, na Argentina, o que me deixou ainda mais feliz, pois eu não conhecia o país hermano. Como resultado, sai de lá com um plano de ação para minha empresa, um verdadeiro caminho de como alcançar nosso tão esperado crescimento. Já participei de outros cursos e até programas focados em Mulheres Empreendedoras, mas o grande diferencial do Vital Voices é o foco na PESSOA que está por trás daquele negócio, não só no negócio em si. A liderança individual é o grande alicerce de qualquer negócio, portanto o tema era trabalhado sempre junto com os demais como modelo de negócios, marketing e finanças. Incrível como me senti a peça-chave desde o primeiro webinar. Entendi que o futuro do meu negócio está nas minhas mãos e para onde quer que eu queira levá-lo, sou eu a principal guia.

Os 5 dias de treinamento presencial foram intensos e emocionantes. Conheci outras 20 mulheres de outros 12 países da América Latina e Caribe super inspiradoras, fortes, decididas, totalmente empoderadas de suas vidas e seus negócios. Mas claro, que também compartilhavam de medos, angústias, inseguranças, assim como toda mulher empreendedora, que também é mãe, filha, esposa, amiga e tantas outras “camisas” que vestimos no nosso dia a dia. A diferença é o quanto elas deixavam que isso realmente interferisse nos seus negócios, o quanto tudo isso poderia tirá-las do caminho já traçado. Estávamos lá para nos inspirar e aprender como ser mais e mais fortes e decididas quanto ao futuro dos nossos negócios.

A troca de experiências e opiniões com facilitadores altamente qualificados do mundo inteiro e o aprender fazendo o tão falado “networking” para mim foram os principais destaques. E claro, passar a fazer parte desta rede Vital Voices, uma organização internacionalmente reconhecida pelo seu trabalho em prol do empoderamento feminino. Recomendo de olhos fechados a todas que tiverem negócios que se encaixem nos pré-requisitos. E para aquelas que ainda não cumprem, é sempre tempo de aprimorar. Esta e outras oportunidades estão sempre surgindo, e você não vai querer ficar de fora!

Quem quiser conhecer mais sobre o Programa, acesse.

Quem quiser trocar experiências, me escreva: marianne@raizesds.com.br. Não vejo a hora de poder compartilhar ainda mais um pouco da minha experiência!

BOX

Pré-requisitos:
•    Ser um negócio majoritariamente liderado por mulheres (51% pelo menos)
•    Ter pelo menos 3 anos de funcionamento
•    Receitas anuais de pelo menos US$ 40.000,00 (quarenta mil dólares)
•    Estar motivada para fazer as melhorias necessárias no seu negócio
•    Ter tempo para dedicar a um programa de 1 ano, incluindo treinamentos á distância e presencial
•    Preencher questionários sobre o andamento do seu negócios pelos próximos 3 anos

É importante deixar claro que não há custo nenhum para participar do programa, apenas muita dedicação e comprometimento para cumprir os prazos e as tarefas necessárias!


Marianne Costa, é mãe e Empreendedora Social, começou sua carreira acreditando que o turismo poderia ser a grande solução de desenvolvimento para o Brasil. Fundou a Raízes Turismo e Desenvolvimento Local em 2006. Atuou em diversos projetos públicos e privados e em 2009 resolveu mudar o mundo e empreender socialmente, criando a Raízes Artesanato, negócio social de comercialização de artesanato solidário do Vale do Jequitinhonha. Em 2011 juntou seus dois negócios em um único: a Raízes Desenvolvimento Sustentável, um negócio social de soluções transformadoras através de projetos de turismo e geração de renda, com forte atuação no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. Foi finalista do Prêmio Empreendedor Social de Futuro 2012 da Folha de São Paulo e do Programa Women Change Maker 2013. Graduada em Turismo, especialista em Gestão de Projetos Sociais, acumula experiência em consultoria em Gestão de Projetos, Turismo Sustentável, Associativismo, Desenvolvimento Local e Planejamento Turístico.

Fonte: Divulgação

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