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Algar Innovation Day

 

Em setembro ocorreu o Algar Innovation Day, dia dedicado inteiramente para falar sobre inovação. Especialistas de mercado, startups e a comunidade se reuniram para abordar os desafios da inovação por meio de palestras, debates e mostras de projetos. Nos últimos 14 anos, o trabalho de inovação da Algar proporcionou a implantação de 905 projetos, investindo R$ 76,9 milhões neste período e com ganhos financeiros mensurados em R$ 364,6 milhões para o grupo. 

 

Das ricas discussões entre palestrantes e painelistas, com representantes de outras empresas que também promovem a inovação, como Uber e Grupo Kroton, uma questão me colocou para pensar: empreendedoras querem inovar?

 

Já sabemos, através de diversas pesquisas realizadas, é comum que mulheres empreendam na sua área de conforto. Nas apresentações do Algar Innovation Day, a expressão “falta de atitude inovadora do empreendedor” foi mencionada entre motivos que fazem o índice de inovação no Brasil baixo.

 

Entre as razões para a falta de atitude inovadora, temos a questão de não querermos ser globais, nem as melhores do mundo. É bem verdade que empreendedoras se preocupam com as comunidades a que pertencem e que atender mercados internacionais não é um sonho para a maioria de nós. Mas, no ciclo de vida de qualquer empresa, mesmo a mais bem-sucedida um dia irá se deparar com a necessidade de inovar. Precisamos querer inovar!

 

As melhores inovações sempre resolverão grandes problemas. Isso significa que o Brasil, com um povo criativo e problemas suficientes para que muito se pense e trabalhe, tem potencial para ser um celeiro de novas ideias e negócios. Mas é preciso ter um processo para conseguir em frente.

 

Uma das dicas que recebemos no evento foi a de usar 4 etapas para minimizar os riscos de falha na hora de inovar:

 

1.      Entender como inovação entra eficientemente na sua estratégia, pois ela precisa ser parte do seu planejamento,

2.      Compreender os fatores que podem impedir a execução dessa estratégia, que certamente serão comportamentais – não só seus como do seu time,

3.      Entender quais são as ferramentas necessárias para implementar a inovação e providenciá-las,

4.      Estabelecer métricas para medir o sucesso da inovação, até para poder corrigir a rota mesmo que no meio do processo.

 

A nossa dica é que você observe bem as dificuldades e problemas da sua comunidade ou da sua cidade, esteja atenta a eles como quem procura soluções. Nelas você certamente encontrará ideias que podem se tornar novos negócios ou produtos e assim dará sobrevida à sua empresa e promoverá inovação em seu ecossistema.

 Fernanda Nascimento, tem mais de 21 anos de experiência em marketing estratégico. É especialista em marketing digital e branding, com passagem por grandes multinacionais como o grupo americano Danaher e a alemã Volkswagen. Diretora de Desenvolvimento de Negócios da Rede Mulher Empreendedora, sócia da Stratlab, consultoria para PMEs na área de Desenvolvimento de Negócios e Planejamento Estratégico, incentiva a inovação para resultados mais rápidos e a digitalização do marketing para a certeza da conversão em vendas. www.stratlab.com.br

Fonte: Divulgação

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